3 de ago de 2016

VAMOS FALAR DE AMOR? - 5

À vezes o sentimento não tem estrutura ou cobertura para tantos desentendimentos.
Às vezes num relacionamento, ambos estão fazendo o seu melhor, acontece que não é raro, aquele que (também) dá o seu melhor pensar que o melhor que o outro (também) está lhe oferecendo não é suficiente, o que o colocará um na posição de devedor e o outro na posição de cobrador. 
Muito se fala sobre não ter expectativas a fim de evitar a decepção. Tomar ciência do limite do outro, não deveria ser uma decepção mas apenas consciência do limite do outro. Aceitar o limite "na boa" pode ser um índice que mede o volume e qualidade do amor que se sente.
Muitas vezes acontece que o amor que pensamos sentir não tem exatamente a medida que imaginamos. O contato constante com o amado, conhecer a pessoa amada e a conscientização do quento amamos, vence as possíveis decepções e pode eliminar a face desmanteladora de afetos que a rotina traz.
No entanto a rotina canibal que estamos expostos nos tira o dom do raciocínio e a clareza do nosso sentimento. Vivemos em tempo de consumo e perdemos a habilidade de fazer e criar. Consumimos tudo pronto, temos a postura de que a pessoa amada deva ser como uma roupa que deve nos atrair, compensar nosso investimento e nos cair muito bem para deleite do nosso ego.
Gente não é roupa nem objeto! Nunca seremos perfeitos e jamais estaremos pronto. O amor é um exercício que nos aprimora e se aprimora com o tempo e com o uso, exatamente o contrário de coisas, roupas e objetos que o tempo desgasta.

2 comentários:

  1. BOA TARDE Rozzi Brasil!!!
    BELA FRASE GRAFITADA:
    " O amor é um exercício que nos aprimora e se aprimora com o tempo e com o uso, exatamente o contrário de coisas, roupas e objetos que o tempo desgasta."
    BOM TE CONHECER... COMPLETANDO:
    VAMOS FALAR DE AMOR E VIVÊ-LO PLENAMENTE!!
    (encontro de asas)

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